21-06-2007
Noite dos Realizadores - Junho 2007
Próxima Sessão
29 de Junho pelas 21.30 Sala Bebé - Cinema Batalha
Noite dos Realizadores
18-04-2007
Noite dos Realizadores - Abril 2007
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
às 21h 30
27 de Abril 2007
e

apresentam
A Herança | Joana Padilha
duração | 23minutos19s
texto | Pedro Fontoura
intervenientes | grupo de acção e intervenção ambiental GAIA (núcleo do Porto), alunos do agrupamento de escolas de Canedo de Santa Maria da Feira
banda sonora | Alva Noto & Sakamoto; Meredith Monk; Dave Mathews; The Cinematic Orchestra
Somos raros e preciosos por estarmos vivos e por pensar. Temos o
privilégio de influenciar e talvez controlar o nosso futuro.
É nossa obrigação lutarmos pela Terra – não apenas por
nós, mas também por todos os seres que vieram antes, e para os
"herdeiros".
Nenhuma convenção social,
nenhum sistema político,... nada vai impor as opções que tomamos na nossa
vida.
Se o Homem anda atrás do paradigma perdido, é tempo de o encontrar em si mesmo.
In Between | Sónia Carvalho
duração | 1minuto
edição e som de Miguel Santos
Fotografia da Alma | Luís Bicudo e Tiago Gonçalves
Duração |15minutos
Cinco ex-combatentes prestam homenagem, periodicamente, a um camarada perdido
na guerra. Esta homenagem só é verdadeira na alma de um dos ex-combatentes, e a
verdade perdeu-se da alma dos outros.
O Ciclo do Pão | Paulo Santos
Desde a produção do trigo à feitura do pão no Alentejo.
duração | 13m
A Confraria da Moenga é uma associação cultural que tem como principal objectivo a recolha e a preservação dos usos, costumes e utensílios ligados à alimentação no Alentejo. O percurso a que era sujeito o trigo desde a colheita até chegar a nossas casas. Tudo isto não com os métodos actuais, mas sim, como se fazia na primeira metade do século XX.
uma co-produção do Cineclube do Porto e da ESAP (Escola Superior Artística do Porto)
programação sujeita a
alterações
apoio:![]()
sessão inserida na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2007
O Cineclube apresenta
Cinema à Moda do Porto | 20, 21, 22 de Abril
| 21.30h | Sala Bebé | Cinema Batalha
Dia 20 sexta 21.30h
vídeo performance Almoço
na Relva | Sónia Carvalho
projecção da esquerda (captação digital) 1 minuto
projecção da direita (captação super 8) 3 minutos
vídeo | Sónia Carvalho edição | Filipe Couto som | Jonathan Saldanha
filme Chico Fininho | Sério Fernandes
Chico Fininho é o título de um êxito «rock» português. A história do filme decorre na cidade do Porto, no início dos anos 80. Uma equipa de cinema procura saber se existe realmente a figura do Chico Fininho de que se fala na popular canção.
Realização: Sério Fernandes; Assistente de Realização: Fernando Manuel; Produção: Bei Film; Executivo de Produção: Antero de Sousa; Assistentes de Produção: Maria Amélia Neto, Berta Maria Fernandes; Planificação e Story Board: Pinto de Almeida; Montagem: Fernando Manuel; Assistente de Montagem: Humberto Folhadela; Interpretação: Victor Norte (Chico Fininho), Manuel Guilherme Almeida (Cenoura), Filomena Almeida (Filu), Maria Paula Castro (Paula), José Luís Oliveira (Zé Luís), Sérgio Malpique Lopes (Phonas), Helena Melo (Lena), Manuel Nogueira (Joint), Luís Pereira de Sousa (Reporter), Donald Duque, Dom Lino, Luís Carlos e Paulo Gusmão (Os Cosméticos), e mais umas dezenas de figurantes; Legendas: Topefilme; Montagem de Negativo: Ana Lurdes; Padronização: Dora Rolim; Director de Fotografia: João Bourdain de Macedo; Câmara: José Ernesto Monteiro, Carlos Mena; Operador de Vídeo: Fernando Manuel; Assistente de Imagem: Pedro Efe; Operador Auto-Gerador: Domingos Guincho; Assistentes de Iluminação: Francisco Branco, José Manuel; Fotógrafo: Luís Fontes; Director de Som: Fernando Pacheco; Operadores de Som: Fernando Rangel, Bento Galante da Palma; Assistentes de Som: Agostinho Fonseca; Efeitos Sonoros: Quico; Mistura de Som: Luís Barão; Músicas: Carlos Tê/Rui Veloso, Quico, Cosméticos, Táxi, Tantra, UHF, Pizo Lizo, Salada de Frutas; Relações Públicas: Gil Mata; Anotadora: Linda Maria; Caracterizadora: Aurora Gomes; Película: Kodak Double X-Negative-Film 5222, Kodak Plus X-Negative-Film 5231; Laboratório de Som: Nacional Filmes; Laboratório de Imagem: Tóbis Portuguesa; Duração: 94 minutos; Formato: 35mm; Ano: 1981.
Dia 21 sábado 21.30h
vídeo performance Tiraz | Filipa Guimarães
duração | 5minutos 31s
“…os povos norte africanos, após a sua expansão pela Península Ibérica mantiveram com esta, durante séculos, profundas relações políticas e humanas, transmitindo aos peninsulares algumas das suas artes, entre elas a da fabricação de tapetes. De cada corte muçulmana fazia parte indispensável um grupo de pessoas que trabalhavam no tiraz que era, por assim dizer, o lugar e a fábrica onde se manufacturavam os famosos tecidos, bordados e tapetes que o luxo dos sarracenos exigia.”
Esta pintura é uma interpretação de um tapete de Arraiolos do século XVIII que se encontra actualmente no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa. Conceptualmente, este projecto incide sobre dois aspectos essenciais:
Por um lado, relaciona-se com a ideia de trazer o que é do âmbito do privado para o espaço público, a partir da inclusão de elementos já existentes neste espaço (as cadeiras já existiam naquele espaço, estão presas ao chão e remetem formalmente para um ambiente doméstico).
Por outro lado, assume uma posição de anti-globalização, uma vez que proporciono a revitalização de uma tradição que tende a extinguir-se. Este facto está, aliás, metaforicamente expresso na efemeridade e desgaste da pintura do tapete.
Este projecto demorou cerca de um mês a ser idealizado e cinco dias não consecutivos (devido à ocorrência de chuva durante o processo) a ser produzido.
filme O Escritor Sem Tinta para Escrever | Pedro Pena
duração | 44minutos
A angústia de um escritor sem tinta para escrever
22 de Abril 21.30h
Filme Auto de Florípes | Produção Cineclube do Porto
... O pequeno belo filme, agora produzido pelos rapazes do Cineclube do Porto, é constituído por dois aspectos. A primeira metade é um excelente documentário da Aldeia das Neves, para nos dar o ambiente simples e rude onde se realiza, anualmente, a romaria com o seu Auto, travando nós conhecimento ocasional com alguns dos “actores” nas suas usuais actividades, que nos é mostrada com boa fotografia a cor, sóbrio ritmo, pitoresca observação e uma natural fluência na narração plástica rara em cinema amador.
A segunda metade é o Auto. Nisto há, além de boa fotografia a cores que, por vezes, se atinge, e da variedade de ângulos, com que se conseguiu acompanhar os movimentos e fases do Auto, há, diziamos o valor inestimável, da recolha preciosa, que só o cinema pode fazer: guardar “vivo”, recitado, cantado, representado e dançado este curiosíssimo documento étnico.
Roberto Nobre | Diário Popular 24.Jan.1963
Vai Oliveiros para o campo
Vai bem aparelhado
Para dar batalha ao turco
Pois que tanto tem chamado
...
Sou turco e ferido
Mas eu vos acompanharei
E o vosso baptismo com gala receberei
...
Minha filha Floripes
Que sempre me falseaste
Desprezaste minhas leis
Meus inimigos soltastes
Ó senhor pai me perdoe
Esta acção mal considerada
Se lhe fiz esta ofensa
Foi p’ra ser mulher casada
Minha filha Floripes
Sempre te hei-de abençoar
Casaste com um cavaleiro
Dá-me as mãos vamos dançar
Nossa Senhora das Neves
Sois guia de toda a terra
Já se renderam os turcos
Já se acabou toda a guerra
Demos fim a este baile
Que a nós assim nos convém
Regalem-se meus senhores
Até ao ano que vem
11-04-2007
Mostra de Video da Casa do Alentejo
PRÉMIO CASA DO ALENTEJO
Alentejanos reunidos na importante Associação Regionalista – Casa do Alentejo – têm, ao longo dos 83 anos da sua existência, procurado promover as especificidades da sua cultura, a dignidade da sua Região e do Povo que representam.
Na sequência destes objectivos e inserido na política de actividades culturais que esta Associação de Todos os Alentejanos vem praticando, a 12.ª edição dos Prémios Casa do Alentejo é dedicada à I Mostra de Vídeo Amador, mantendo a intenção de continuar a divulgar e defender a cultura, a história e os interesses da Região.
A Mostra, será organizada em forma de concurso sob o tema “Alentejo, uma Região com Futuro”, o qual, não obriga a inscrição prévia e destina-se a todos os interessados, alentejanos ou não, regendo-se por um regulamento a consultar na Secretaria da Casa do Alentejo.
PRÉMIO CASA DO ALENTEJO
O Alentejo, uma região saudosa e querida para os alentejanos da diáspora que, na capital, nunca a esqueceram.
Alentejanos reunidos na importante Associação Regionalista – Casa do Alentejo – têm, ao longo dos 83 anos da sua existência, procurado promover as especificidades da sua cultura, a dignidade da sua Região e do Povo que representam.
Na sequência destes objectivos e inserido na política de actividades culturais que esta Associação de Todos os Alentejanos vem praticando, dedica a sua 12.ª edição à I Mostra de Vídeo Amador, mantendo a intenção de continuar a divulgar e defender a cultura, a história e os interesses da Região.
A Mostra, será organizada em forma de concurso, o qual, não obriga a inscrição prévia e destina-se a todos os interessados, alentejanos ou não, regendo-se pelo seguinte regulamento.
REGULAMENTO
Art .º 1 – Tema
1.1 Os trabalhos a apresentar a concurso devem subordinar-se à seguinte linha temática: “Alentejo, uma Região com Futuro “.
Art .º 2 – Inscrição
2.1 - Podem participar na Mostra, todas as pessoas que:
Þ disponham de vídeos já produzidos e realizados
Þ queiram apresentar trabalhos originais de produção e realização.
2.2 - A competição está aberta às produções audiovisuais, seja qual for o tipo de meios técnicos utilizados para a sua execução, desde que o produto final seja entregue nos formatos de vídeo VHS ou DVD.
2.3 - A competição terá 02 (duas) categorias: Documental e Experimental.
2.4 - Só serão aceites trabalhos com uma duração entre 10 a 15 minutos para cada uma das categorias.
2.5 - Todas as produções terão de ser narradas e (ou) legendadas em Português.
2.6 - Cada participante poderá concorrer com quantos títulos quiser, desde que sejam inscritos individualmente, em quaisquer das categorias. Os participantes que tiverem mais de um trabalho inscrito, na mesma categoria, deverão entregá-los separadamente. Para trabalhos dentro da mesma categoria, podem agrupá-los, mas apenas no caso de utilizarem DVD.
2.7 – Os Vídeos deverão ser entregues impreterivelmente até ao dia 21 de Maio de 2007 acompanhadas de sinopse (resumo descritivo) da ideia que esteve na base da sua produção.
2.8 - Os trabalhos devem ser realizados por amadores, com recurso às suas próprias câmaras e unidades de montagem.
2.9 - Ficam automaticamente excluídos todos os trabalhos que tenham sido realizados por profissionais ou por empresas.
2.10-Os trabalhos devem incorporar os seguintes elementos
Ficha técnica completa;
Fotos para divulgação
(pelo menos uma), as quais deverão ser enviadas por e-mail, com resolução de
300 DPIs. Não serão aceites fotos em papel;
Material de divulgação
do trabalho, se houver, deve ser enviado junto com a cópia a ser exibida na
Mostra.
2.11-Não serão aceites trabalhos fora de prazo, recorrendo-se para a verificação, à data de selagem dos correios.
2.12-Qualquer produção que não cumpra os limites de tempo acima estabelecidos será automaticamente desclassificada.
2.13-Trabalhos de cunho institucional não serão aceites a concurso.
Art.º 3 - Selecção
3.1 - A avaliação dos trabalhos inscritos na Mostra e a escolha dos premiados será feita por um Júri de Selecção composto por cinco membros.
3.2 - Ao Presidente do Júri caberá a responsabilidade de Coordenação dos trabalhos em conjunto com a Direcção da Mostra.
3.3 - Da decisão do Júri não haverá lugar a recurso.
3.4 - Os trabalhos, nos formatos já indicados, devem ser enviados para:
Prémio Casa do Alentejo - I MOSTRA DE VIDEO AMADOR
CASA DO ALENTEJO
Rua das Portas de Santo Antão, 58
1150-268 LISBOA
Outros contactos para esclarecimentos:
Tel. 21 340 51 40; fax. 21 340 51 49; casadoalentejo@mail.telepac.pt
3.5 - Caberá a cada participante cujo trabalho tenha sido seleccionado, enviar, ou não, uma nova cópia de melhor qualidade técnica, para a exibição final que se fizer com o trabalho vencedor.
3.6 - Após a realização da Mostra, todos os trabalhos ficarão a pertencer à Casa do Alentejo, constituindo-se em arquivo permanente.
3.7 - A utilização futura deste acervo, no todo ou em parte, será por direito pertença da Casa do Alentejo, não cabendo aos seus actores quaisquer direitos sobre a sua utilização.
3.8- A Casa do Alentejo, reserva também para si o direito de utilizar cenas de vídeos inscritos no Mostra, em programas ou produtos que visem promovê-la.
3.9 - A Casa do Alentejo compromete-se no entanto a não utilizar o acervo referido para fins diferentes dos que constam nos seus estatutos.
Art.º 4 – Prémios
A selecção dos trabalhos inscritos na competição, a cargo do Júri de Selecção já referido, dará lugar aos seguintes Prémios:
Prémio Casa do Alentejo para a Categoria Documental: O premiado receberá uma câmara de vídeo ou um fim-de-semana para 4 pessoas numa unidade hoteleira do Alentejo.
Prémio Casa do Alentejo para a Categoria Experimental: O premiado receberá uma câmara de vídeo ou um fim-de-semana para 4 pessoas numa unidade hoteleira do Alentejo.
Menção Honrosa: Uma por Categoria.
Prémio Juventude e Tradição - Distinção dos extremos de idade, do mais novo (a) e do mais velho (a) participante na Mostra. Os premiados poderão usufruir de um fim-de-semana numa unidade hoteleira do Alentejo.
Sorteio por Participação: Um fim-de-semana para seis pessoas, a sortear de entre todos os participantes, numa unidade hoteleira do Alentejo.
Art.º 5 – Disposições Gerais
5.1 - A
Casa do Alentejo responsabiliza-se pelo armazenamento e guarda dos trabalhos
recebidos para a Mostra, durante o período de selecção.
5.2 -Não serão reembolsadas quaisquer despesas com deslocações, estadias ou
outras, nem as referentes a remessas das cópias em DVD ou VHS.
5.3 – São da responsabilidade da Casa do Alentejo todas as iniciativas de promoção, selecção, realização, mostra e atribuição dos prémios aos vídeos vencedores e participantes sorteados.
5.4 - O anúncio dos vencedores dos prémios referidos no art.º 5 terá lugar em sessão pública a realizar nas instalações da Casa do Alentejo, na Rua das Portas de Santo Antão, no dia 10 de Junho de 2007.
20-03-2007
Noite dos Realizadores
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
às 21h 30
23 de Março 2007
e

apresentam
Por que doi sempre duas vezes? de Samuel Barbosa
Vozes de Viana de Nuno Viana
L'ambulance de Joana Gaio
Constância - Realizadores Escola do Porto
uma co-produção do Cineclube do Porto e da ESAP (Escola Superior Artística do Porto)
programação sujeita a
alterações
apoio:![]()
sessão inserida na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2007
23-02-2007
23 de Fevereiro 2007
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
às 21h 30
e

apresentam
WTV
Realização| Manuel Pinto Barros
"WTV - Work is on TV" é a destruição dos trabalhos realizados em anos anteriores por uma televisão.
Duração | 4minutos

7 - 14 - 22
Realização| Manuel Pinto Barros
E estes são os vencedores do Concurso do Melão Casca de Carvalho, da Romaria de S. Bartolomeu de Ponte da Barca.
O olhar, o cheiro, o toque, o paladar e a comprovação por parte do povo, com o som do Minho em grande plano.
A tradição ainda é um refúgio social.
Duração |11 minutos

5 para 6...Sentidos
Realização | Joana Padilha
O despertar do(s) sentido(s)
Edição |Joana Padilha colaboração |Gonçalo Dias
Música Original | Pedro Fontoura
Duração |7minutos

Morre
Realização| Diogo Camões
Porque para cada começo há um fim. Porque não aceitamos tal coisa. Porque o medo de não-ser nos impede de compreender. Porque aceitar é a única solução.
Duração |10minutos
Um Pequeno Crime
Realização| Hugo Martins
Raul, merceeiro de Alfama, tem uma discussão com a ex-amante que o ameaça de contar tudo à sua mulher. Mais tarde, ao chegar a casa, encontra uma criança à sua porta, que toma pelo filho ilegítimo que nunca viu. Tenta abandoná-lo mas, ao longo de várias tentativas falhadas acaba por se afeiçoar ao bebé, e decide contar à sua mulher o sucedido.
Duração |12minutos
L'Ambulance
Realização| Joana Gaio
Luna, Tiago e Nuno saem à noite para irem até uma festa com os amigos. Luna e Carolina entre alguns copos, conhecem o capuchinho vermelho que lhes oferece um copo de leite.
Algumas horas depois Luna, é abordada por um sujeito mal vestido e malcheiroso que, ao sair da festa, a assalta e lhe dá um golpe no peito. Luna é levada para o hospital numa ambulância.
Luna, quando está a delirar, vê-se no interior da ambulância, mas uma ambulância toda cor-de-rosa, muito querida, com coelhinhos a pularem no chão, com uma televisão muito pequenina, e vê-se a si própria a passar uma roupa de criança a ferro... Depois de algumas peripécias no interior da ambulância... a ambulância vai ter um pequeno acidente...
uma co-produção do Cineclube do Porto e da ESAP (Escola Superior Artística do Porto)
programação sujeita a
alterações
apoio:![]()
sessão inserida na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2007
21-01-2007
Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
às 21h 30
e

apresentam
“DESOLO” de Realizadores da Escola Superior Artística do Porto (17’)
Filme rodado metricamente, em 14 Magníficos Quadros
Artísticos, no Alto de Santa

“O Monstro” de Paulo Guilherme Caldas (4’ 20’’)
... e essa mesma luz/ que te viu nascer/agora te
ilumina/nas horas tardias de um tempo/que te vê envelhecer.

“Faixa sonora” de José Miguel Oliveira, Ana Maria Carneiro, Luis Carneiro e Manuel
Barros (5’)
Uma faixa sonora, uma voz, quatro
olhares.

“Detail” de Ana Maria Carneiro (2’)
A Mulher, ferida, prepara-se para a
vingança.

“A Gata Borralheira” de Sério Fernandes (3’)
A casa de Francelos, na poética de Sério Fernandes,
fechando o filme Sissa.
Realização, imagem e poemas:
Sério Fernandes
Montagem Vitor Bilhete

“A ver o mar” de Lukas Palha Koehnke
Gustavo está na praia a ler um livro quando ele de repente descobre uma rapariga misteriosa, que parece ter aparecido do nada
Uma viagem por tempo e espaco à procura do amor, em que ele tenta apanhar uma coisa, que não se deixa apanhar.
“Animais”
de Sérgio Cruz (2' 39”)
Parte de uma análise coreográfica sobre o corpo humana/animal. Trata de uma ironia sobre o corpo animal, resultante de uma semana de improvisações na área da dança, em regime de residência artística.
“O Outro
Lado” de Jorge Bernardes (5' 31”)
Fechada num espaço desconhecido, uma jovem revive o seu passado e confronta o seu maior medo: um antigo mas presente conflito interior. Do outro lado alguém a observa.
“Vejo-te
Quando lá Chegares” de Filipe Henriques (14' 12”)
O acaso reúne Baldé e Xavier,
dois homens aparentemente muito diferentes e cruza os seu caminhos aliando-os
de uma forma definitiva. Ainda que o primeiro impacto desse encontro tenha
resultado em hostilidade (...), surge
entre os dois uma curta mas significativa relação de união e cumplicidade que
lhes proporciona não a resolução dos seus problemas, mas a força e a coragem para
os enfrentar e ultrapassar.
“Ambulance” de Joana Gaio
“O Outro
Lado” de
A polícia prepara uma operação de captura de um perigoso criminoso. No entanto, a operação começa mal desde início e um dos inspectores vê-se envolvido num surpreendente jogo de poder. A vingança é agora a sua única arma para sobreviver.
programação sujeita a
alterações
apoio:![]()
07-12-2006
Exposição de Pintura
Integrada no Ciclo Cinema e Pintura
o CineClube do Porto em colaboração com o Quintal (bio shop)
organiza uma
EXPOSIÇÃO DE PINTURA
de Maria Augusta
inauguração no sábado, 9 de Dezembro 2006 pelas 18h30 - patente ao público até ao final de 2006
no Quintal bioshop - rua do Rosário, 117 - Porto
(horário: das 10 às 20 horas)
Maria Augusta Oliveira nasceu no Porto em 1919, na freguesia de S. João da Foz.
Esta autodidata expõe a sua obra desde 1989.
O seu primeiro contacto com a pintura foi logo após a sua reforma em 1988 com Artur Terra.
Há vários anos que a sua produção é não-figurativa.
01-12-2006
Cinema e Pintura em Dezembro
Cinema e Pintura
Cinema | Exposições
Local: Sala Bebé
4 | 5 | 6 de Dezembro de 2006
Horário: 21h45
Segunda-feira, 4
Embriagado de Mulheres e de Pintura – realizador IM KWON-TAEK
Num tempo de inquietação social e política na Coreia do século 19, um pintor explora o seu talento natural entre o mundo repressivo ao seu redor. [ www.7arte.net ]
Terça-feira, 5
Klimt – realizador RAUL RUIZ

Um retrato do artista austríaco Gustav Klimt (interpretado por Malkovich) cujas pinturas sexuais vieram simbolizar o estilo de arte nouveau do final do século 19 e início do século 20.
"Reconhecido em Paris e condenado na Viena natal pelo carácter provocativo das suas obras, o trabalho de Gustav Klimt (1862-1918) é uma celebração da mulher e do erotismo. O filme de Raoul Ruiz sobre este artista, mais do que um biopic tenta ser uma abordagem fiel à visão que o próprio Klimt tinha da Europa no final do século XIX, onde o erotismo da sua obra é contextualizado num tempo de liberdade sexual (e moral), e a sua luta pela emancipação face à arte oficial tem como pano de fundo um insinuante clima de anti-semitismo.
Em 1918 Gustav Klimt (John Malkovich) está às portas da morte. Numa visita do seu amigo Egon Schiele (Nikolai Kinsky) - considerado um sucessor de Klimt -, tem início um flashback até à Exposição Universal de 1900 em Paris, onde Klimt recebe o grande prémio e onde encontra o mágico do cinema Méliès, uma misteriosa dançarina (Saffron Burrows) e a opressiva figura do Secretário de Estado (Stephen Dillane) que segue Klimt como uma sombra.
Ruiz constrói esta história como um caleidoscópio, marcado pelo mistério e pela paixão. O jogo visual da câmara, as suas movimentações, a deslocação dos cenários, o uso da luz, deformam a realidade, assumindo-se como uma interpretação. Da mesma forma que o próprio trabalho de Klimt ("Não é um quadro, é uma alegoria."), o filme debruça-se sobre a relação entre imagem e realidade, onde a dissimulação e o logro estão patentes.
O ecrã é uma tela onde Ruiz "pinta" eventos reais e faz uso de citações de contemporâneos de Klimt, expressando o temperamento efusivo e experimentalista deste precursor da Arte Nova através de símbolos (o "Secretário de Estado" surge como uma espécie de consciência sublimada).
Aos bons cenários e guarda-roupa, junta-se a fotografia de Ricardo Aronovich banhada em âmbar, que remete necessariamente para os trabalhos de Klimt. No entanto, o ritmo que se pretendia musical, sofre pelos cortes na sala de montagem, criando cortes abruptos na narrativa que deixam uma sensação desconcertante de desapego à história e ao seu herói.
Malkovich é a escolha óbvia para o papel, que representa sem falhas. Infelizmente, esta opção impôs a condicionante do idioma inglês, para prejuízo do próprio filme, que se enche de uma mescla de sotaques, que parecem ser inevitáveis neste tipo de produções europeias.
Apesar da força visual do filme, existe uma grande quantidade de diálogo (se compararmos com filmes como "Girl With a Pearl Earring" de Peter Webber, por exemplo), sobretudo no que toca a discussões de ordem filosófica. Mas é precisamente esta característica que melhor nos conduz ao tempo e espaço de um controverso artista, com uma obra única."
RITA ALMEIDA
http://cinerama.blogs.sapo.pt/
Quarta-feira, 6
Van Gogh – realizador MAURICE PIALAT

“Apesar de todas as liberdades que tomei, penso no entanto estar mais próximo da verdade, da autenticidade, do que todas as biografias autorizadas” – Maurice Pialat
sessões inseridas na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2006
apoio: ICAM Ministério da Cultura
23-11-2006
24 de Novembro de 2006 - Noite dos Realizadores
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
24 de Novembro às 21h 30![]()
- Pílula para a inteligência - O sr. Normal e o seu Anonimato Realização Joana Gaio
- Picnic Realização Ana Tinoco
- As Aventuras de Rolando e Ginola Realização Nuno Vilares e Marcos Lourenço
- Poder e Vingança Realização Nuno Pedro
- Videoclip Realização Gustavo Jorge
- Papagueno Realização Jorge Ventura
- Fragmento Realização Ricardo Coutinho
ORGANIZAÇÃO: CineClube do Porto - ESAP
sessões inseridas na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2006
apoio:
ICAM Ministério da Cultura


