25-10-2007
Noite dos Realizadores - Outubro 2007
Noite Realizadores
Sala Bebé | Cinema Batalha
26 de Outubro de 2007 pelas
21.30horas
Serei o Teu Espelho | Pedro Rocha Nogueira | Portugal
Uma mulher reflecte sobre as infedilidades do seu amante e como isso a
transformou. No fim, tomará uma sangrenta decisão
com sílvia silva
voz | helena miranda
texto | helena
miranda, pedro rocha nogueira
direcção de fotografia | mariana figueroa
câmara | ricardo leite
música | pedro rocha nogueira
edição de som e imagem | joão paulo
produtor associado | jorge neves
|filmado em película super 8 - 200 asa e mini dv
PORTO 2006
Death Serious | Andrej Arsenijevic| Eslovénia
Morte em transe...
uma coprodução CINECLUBE DO PORTO | ESAP
25-09-2007
Setembro 2007 | Noite dos Realizadores
28 de Setembro de 2007 |
21.30h | Sala Bebé | Cinema Batalha
Filmes
A Coruja e o Rouxinol de Noé Touraldo
Urbion de Cristiano Pereira
FPORTOF de Sério F
Goiguinhas Filme e
apresentam a ante estreia de
sinopsis
surpreendente colecção de quadros artísticos
cinematográficos, fixos
e em movimento reproduzindo cenas e episódios da
vida portuense
vistas do Porto
cinco cenas a cores e preto e branco
em projecções luminosas em tamanho natural
com a magnífica
Sónia Amen
numa mise en scène de
Sério F
Porto
a cidade mais cinematográfica do mundo...
é só filmá-la...
nota: Exposição de
Fotografia de Cena de
25-07-2007
Noite Realizadores | 27 Julho.2007
Noite Realizadores |
27 Julho.2007 |
21h 30|
sala Bebé | Cinema Batalha
Uma Coprodução
Cineclube do Porto e Escola Superior Artística do Porto
Prata | Daniel Novo
Duração |
2’14’’
Os enganos são uma constante da vida. O ser errante faz parte de cada um de nós. E o que fazer? Esquecer ou registar? Negar ou aceitar? Partimos à descoberta do mundo, do mundo real...

Mirás-Massarelos
| Sério Fernandes
Produção | Realização Sério Fernandes
Actriz | Diana Oliveira
Direcção de Fotografia
| Câmara | Montagem | Genérico
Mariana Figueroa
Assistente | Fotografia
de Cena Cristiano
Duração | 57’ Porto2005/06
Este filme foi rodado em Mirás, Aboboreira,
Massarelos e na Praça Velasquez, no Porto.
Pinto a semear
como se fosse a terra
mas não
pinto a terra
pinto a
minha alma
a minha
alma pinta
grita e
canta
cria
com luz
amor e
dor
liberta
o ardor
uma
chuva de cor
e assim
com essa luz
que
reluz dentro de mim
semeio
a minha alma
Diana Oliveira
Não guarde os filmes na gaveta! Eles são para exibir.
Quer
participar nesta Noite com o seu filme, que só não pode ultrapassar os 30
minutos?
Envie sinopse e imagem para o e-mail do Cineclube e aguarde o nosso contacto.
Clube Português de Cinematografia | Cineclube do Porto
R. do Rosário, 5 - 1º
4050-523 Porto tel/fax: 22 2000 972
cineclubedoporto@gmail.com
http:/www.cineclubedoporto.canalblog.com/
28-06-2007
Noite dos Realizadores no Cinema Batalha
Noite Realizadores
Sala Bebé - 29.Junho.2007 | 21.30horas
Liberdade Prisional | Ana Vieira de Campos, Tiago Veloso Dias
A passagem consiente e agressiva através da dança e de fortes ritmos. Duas realidades distintas, a liberdade que um ser vivo tem no seu habitat, em contraste com o sofrimento inerente a estar preso num jardim zoológico.
Sacrifício no Castelo | Paulo Castro
Após prolongada melancolia em sua casa, um realizador decide destruir os seus filmes e fugir, iniciando uma longa caminhada, com uma cruz às costas que o levará a um castelo de um amigo pintor que se refugiou nesse lugar pintando Cristos. Este, já num estado de loucura, acaba por matar o cineasta com o objectivo de o pintar pendurado na cruz.
Desolo | Realizadores da Escola Superior Artística do Porto
Filme rodado metricamente, em 14 Magníficos Quadros Artísticos, no Alto de Santa Justa.
Gustavo ou o Ferro em Transe | Realizadores da Escola Superior Artística do Porto
*Performance musical | André Couto
*Estreia * Exposição de fotografias de cena
uma co-produção do Cineclube do Porto e da ESAP (Escola Superior Artística do Porto)
21-06-2007
Noite dos Realizadores - Junho 2007
Próxima Sessão
29 de Junho pelas 21.30 Sala Bebé - Cinema Batalha
Noite dos Realizadores
18-04-2007
Noite dos Realizadores - Abril 2007
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
às 21h 30
27 de Abril 2007
e

apresentam
A Herança | Joana Padilha
duração | 23minutos19s
texto | Pedro Fontoura
intervenientes | grupo de acção e intervenção ambiental GAIA (núcleo do Porto), alunos do agrupamento de escolas de Canedo de Santa Maria da Feira
banda sonora | Alva Noto & Sakamoto; Meredith Monk; Dave Mathews; The Cinematic Orchestra
Somos raros e preciosos por estarmos vivos e por pensar. Temos o
privilégio de influenciar e talvez controlar o nosso futuro.
É nossa obrigação lutarmos pela Terra – não apenas por
nós, mas também por todos os seres que vieram antes, e para os
"herdeiros".
Nenhuma convenção social,
nenhum sistema político,... nada vai impor as opções que tomamos na nossa
vida.
Se o Homem anda atrás do paradigma perdido, é tempo de o encontrar em si mesmo.
In Between | Sónia Carvalho
duração | 1minuto
edição e som de Miguel Santos
Fotografia da Alma | Luís Bicudo e Tiago Gonçalves
Duração |15minutos
Cinco ex-combatentes prestam homenagem, periodicamente, a um camarada perdido
na guerra. Esta homenagem só é verdadeira na alma de um dos ex-combatentes, e a
verdade perdeu-se da alma dos outros.
O Ciclo do Pão | Paulo Santos
Desde a produção do trigo à feitura do pão no Alentejo.
duração | 13m
A Confraria da Moenga é uma associação cultural que tem como principal objectivo a recolha e a preservação dos usos, costumes e utensílios ligados à alimentação no Alentejo. O percurso a que era sujeito o trigo desde a colheita até chegar a nossas casas. Tudo isto não com os métodos actuais, mas sim, como se fazia na primeira metade do século XX.
uma co-produção do Cineclube do Porto e da ESAP (Escola Superior Artística do Porto)
programação sujeita a
alterações
apoio:![]()
sessão inserida na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2007
O Cineclube apresenta
Cinema à Moda do Porto | 20, 21, 22 de Abril
| 21.30h | Sala Bebé | Cinema Batalha
Dia 20 sexta 21.30h
vídeo performance Almoço
na Relva | Sónia Carvalho
projecção da esquerda (captação digital) 1 minuto
projecção da direita (captação super 8) 3 minutos
vídeo | Sónia Carvalho edição | Filipe Couto som | Jonathan Saldanha
filme Chico Fininho | Sério Fernandes
Chico Fininho é o título de um êxito «rock» português. A história do filme decorre na cidade do Porto, no início dos anos 80. Uma equipa de cinema procura saber se existe realmente a figura do Chico Fininho de que se fala na popular canção.
Realização: Sério Fernandes; Assistente de Realização: Fernando Manuel; Produção: Bei Film; Executivo de Produção: Antero de Sousa; Assistentes de Produção: Maria Amélia Neto, Berta Maria Fernandes; Planificação e Story Board: Pinto de Almeida; Montagem: Fernando Manuel; Assistente de Montagem: Humberto Folhadela; Interpretação: Victor Norte (Chico Fininho), Manuel Guilherme Almeida (Cenoura), Filomena Almeida (Filu), Maria Paula Castro (Paula), José Luís Oliveira (Zé Luís), Sérgio Malpique Lopes (Phonas), Helena Melo (Lena), Manuel Nogueira (Joint), Luís Pereira de Sousa (Reporter), Donald Duque, Dom Lino, Luís Carlos e Paulo Gusmão (Os Cosméticos), e mais umas dezenas de figurantes; Legendas: Topefilme; Montagem de Negativo: Ana Lurdes; Padronização: Dora Rolim; Director de Fotografia: João Bourdain de Macedo; Câmara: José Ernesto Monteiro, Carlos Mena; Operador de Vídeo: Fernando Manuel; Assistente de Imagem: Pedro Efe; Operador Auto-Gerador: Domingos Guincho; Assistentes de Iluminação: Francisco Branco, José Manuel; Fotógrafo: Luís Fontes; Director de Som: Fernando Pacheco; Operadores de Som: Fernando Rangel, Bento Galante da Palma; Assistentes de Som: Agostinho Fonseca; Efeitos Sonoros: Quico; Mistura de Som: Luís Barão; Músicas: Carlos Tê/Rui Veloso, Quico, Cosméticos, Táxi, Tantra, UHF, Pizo Lizo, Salada de Frutas; Relações Públicas: Gil Mata; Anotadora: Linda Maria; Caracterizadora: Aurora Gomes; Película: Kodak Double X-Negative-Film 5222, Kodak Plus X-Negative-Film 5231; Laboratório de Som: Nacional Filmes; Laboratório de Imagem: Tóbis Portuguesa; Duração: 94 minutos; Formato: 35mm; Ano: 1981.
Dia 21 sábado 21.30h
vídeo performance Tiraz | Filipa Guimarães
duração | 5minutos 31s
“…os povos norte africanos, após a sua expansão pela Península Ibérica mantiveram com esta, durante séculos, profundas relações políticas e humanas, transmitindo aos peninsulares algumas das suas artes, entre elas a da fabricação de tapetes. De cada corte muçulmana fazia parte indispensável um grupo de pessoas que trabalhavam no tiraz que era, por assim dizer, o lugar e a fábrica onde se manufacturavam os famosos tecidos, bordados e tapetes que o luxo dos sarracenos exigia.”
Esta pintura é uma interpretação de um tapete de Arraiolos do século XVIII que se encontra actualmente no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa. Conceptualmente, este projecto incide sobre dois aspectos essenciais:
Por um lado, relaciona-se com a ideia de trazer o que é do âmbito do privado para o espaço público, a partir da inclusão de elementos já existentes neste espaço (as cadeiras já existiam naquele espaço, estão presas ao chão e remetem formalmente para um ambiente doméstico).
Por outro lado, assume uma posição de anti-globalização, uma vez que proporciono a revitalização de uma tradição que tende a extinguir-se. Este facto está, aliás, metaforicamente expresso na efemeridade e desgaste da pintura do tapete.
Este projecto demorou cerca de um mês a ser idealizado e cinco dias não consecutivos (devido à ocorrência de chuva durante o processo) a ser produzido.
filme O Escritor Sem Tinta para Escrever | Pedro Pena
duração | 44minutos
A angústia de um escritor sem tinta para escrever
22 de Abril 21.30h
Filme Auto de Florípes | Produção Cineclube do Porto
... O pequeno belo filme, agora produzido pelos rapazes do Cineclube do Porto, é constituído por dois aspectos. A primeira metade é um excelente documentário da Aldeia das Neves, para nos dar o ambiente simples e rude onde se realiza, anualmente, a romaria com o seu Auto, travando nós conhecimento ocasional com alguns dos “actores” nas suas usuais actividades, que nos é mostrada com boa fotografia a cor, sóbrio ritmo, pitoresca observação e uma natural fluência na narração plástica rara em cinema amador.
A segunda metade é o Auto. Nisto há, além de boa fotografia a cores que, por vezes, se atinge, e da variedade de ângulos, com que se conseguiu acompanhar os movimentos e fases do Auto, há, diziamos o valor inestimável, da recolha preciosa, que só o cinema pode fazer: guardar “vivo”, recitado, cantado, representado e dançado este curiosíssimo documento étnico.
Roberto Nobre | Diário Popular 24.Jan.1963
Vai Oliveiros para o campo
Vai bem aparelhado
Para dar batalha ao turco
Pois que tanto tem chamado
...
Sou turco e ferido
Mas eu vos acompanharei
E o vosso baptismo com gala receberei
...
Minha filha Floripes
Que sempre me falseaste
Desprezaste minhas leis
Meus inimigos soltastes
Ó senhor pai me perdoe
Esta acção mal considerada
Se lhe fiz esta ofensa
Foi p’ra ser mulher casada
Minha filha Floripes
Sempre te hei-de abençoar
Casaste com um cavaleiro
Dá-me as mãos vamos dançar
Nossa Senhora das Neves
Sois guia de toda a terra
Já se renderam os turcos
Já se acabou toda a guerra
Demos fim a este baile
Que a nós assim nos convém
Regalem-se meus senhores
Até ao ano que vem
11-04-2007
Mostra de Video da Casa do Alentejo
PRÉMIO CASA DO ALENTEJO
Alentejanos reunidos na importante Associação Regionalista – Casa do Alentejo – têm, ao longo dos 83 anos da sua existência, procurado promover as especificidades da sua cultura, a dignidade da sua Região e do Povo que representam.
Na sequência destes objectivos e inserido na política de actividades culturais que esta Associação de Todos os Alentejanos vem praticando, a 12.ª edição dos Prémios Casa do Alentejo é dedicada à I Mostra de Vídeo Amador, mantendo a intenção de continuar a divulgar e defender a cultura, a história e os interesses da Região.
A Mostra, será organizada em forma de concurso sob o tema “Alentejo, uma Região com Futuro”, o qual, não obriga a inscrição prévia e destina-se a todos os interessados, alentejanos ou não, regendo-se por um regulamento a consultar na Secretaria da Casa do Alentejo.
PRÉMIO CASA DO ALENTEJO
O Alentejo, uma região saudosa e querida para os alentejanos da diáspora que, na capital, nunca a esqueceram.
Alentejanos reunidos na importante Associação Regionalista – Casa do Alentejo – têm, ao longo dos 83 anos da sua existência, procurado promover as especificidades da sua cultura, a dignidade da sua Região e do Povo que representam.
Na sequência destes objectivos e inserido na política de actividades culturais que esta Associação de Todos os Alentejanos vem praticando, dedica a sua 12.ª edição à I Mostra de Vídeo Amador, mantendo a intenção de continuar a divulgar e defender a cultura, a história e os interesses da Região.
A Mostra, será organizada em forma de concurso, o qual, não obriga a inscrição prévia e destina-se a todos os interessados, alentejanos ou não, regendo-se pelo seguinte regulamento.
REGULAMENTO
Art .º 1 – Tema
1.1 Os trabalhos a apresentar a concurso devem subordinar-se à seguinte linha temática: “Alentejo, uma Região com Futuro “.
Art .º 2 – Inscrição
2.1 - Podem participar na Mostra, todas as pessoas que:
Þ disponham de vídeos já produzidos e realizados
Þ queiram apresentar trabalhos originais de produção e realização.
2.2 - A competição está aberta às produções audiovisuais, seja qual for o tipo de meios técnicos utilizados para a sua execução, desde que o produto final seja entregue nos formatos de vídeo VHS ou DVD.
2.3 - A competição terá 02 (duas) categorias: Documental e Experimental.
2.4 - Só serão aceites trabalhos com uma duração entre 10 a 15 minutos para cada uma das categorias.
2.5 - Todas as produções terão de ser narradas e (ou) legendadas em Português.
2.6 - Cada participante poderá concorrer com quantos títulos quiser, desde que sejam inscritos individualmente, em quaisquer das categorias. Os participantes que tiverem mais de um trabalho inscrito, na mesma categoria, deverão entregá-los separadamente. Para trabalhos dentro da mesma categoria, podem agrupá-los, mas apenas no caso de utilizarem DVD.
2.7 – Os Vídeos deverão ser entregues impreterivelmente até ao dia 21 de Maio de 2007 acompanhadas de sinopse (resumo descritivo) da ideia que esteve na base da sua produção.
2.8 - Os trabalhos devem ser realizados por amadores, com recurso às suas próprias câmaras e unidades de montagem.
2.9 - Ficam automaticamente excluídos todos os trabalhos que tenham sido realizados por profissionais ou por empresas.
2.10-Os trabalhos devem incorporar os seguintes elementos
Ficha técnica completa;
Fotos para divulgação
(pelo menos uma), as quais deverão ser enviadas por e-mail, com resolução de
300 DPIs. Não serão aceites fotos em papel;
Material de divulgação
do trabalho, se houver, deve ser enviado junto com a cópia a ser exibida na
Mostra.
2.11-Não serão aceites trabalhos fora de prazo, recorrendo-se para a verificação, à data de selagem dos correios.
2.12-Qualquer produção que não cumpra os limites de tempo acima estabelecidos será automaticamente desclassificada.
2.13-Trabalhos de cunho institucional não serão aceites a concurso.
Art.º 3 - Selecção
3.1 - A avaliação dos trabalhos inscritos na Mostra e a escolha dos premiados será feita por um Júri de Selecção composto por cinco membros.
3.2 - Ao Presidente do Júri caberá a responsabilidade de Coordenação dos trabalhos em conjunto com a Direcção da Mostra.
3.3 - Da decisão do Júri não haverá lugar a recurso.
3.4 - Os trabalhos, nos formatos já indicados, devem ser enviados para:
Prémio Casa do Alentejo - I MOSTRA DE VIDEO AMADOR
CASA DO ALENTEJO
Rua das Portas de Santo Antão, 58
1150-268 LISBOA
Outros contactos para esclarecimentos:
Tel. 21 340 51 40; fax. 21 340 51 49; casadoalentejo@mail.telepac.pt
3.5 - Caberá a cada participante cujo trabalho tenha sido seleccionado, enviar, ou não, uma nova cópia de melhor qualidade técnica, para a exibição final que se fizer com o trabalho vencedor.
3.6 - Após a realização da Mostra, todos os trabalhos ficarão a pertencer à Casa do Alentejo, constituindo-se em arquivo permanente.
3.7 - A utilização futura deste acervo, no todo ou em parte, será por direito pertença da Casa do Alentejo, não cabendo aos seus actores quaisquer direitos sobre a sua utilização.
3.8- A Casa do Alentejo, reserva também para si o direito de utilizar cenas de vídeos inscritos no Mostra, em programas ou produtos que visem promovê-la.
3.9 - A Casa do Alentejo compromete-se no entanto a não utilizar o acervo referido para fins diferentes dos que constam nos seus estatutos.
Art.º 4 – Prémios
A selecção dos trabalhos inscritos na competição, a cargo do Júri de Selecção já referido, dará lugar aos seguintes Prémios:
Prémio Casa do Alentejo para a Categoria Documental: O premiado receberá uma câmara de vídeo ou um fim-de-semana para 4 pessoas numa unidade hoteleira do Alentejo.
Prémio Casa do Alentejo para a Categoria Experimental: O premiado receberá uma câmara de vídeo ou um fim-de-semana para 4 pessoas numa unidade hoteleira do Alentejo.
Menção Honrosa: Uma por Categoria.
Prémio Juventude e Tradição - Distinção dos extremos de idade, do mais novo (a) e do mais velho (a) participante na Mostra. Os premiados poderão usufruir de um fim-de-semana numa unidade hoteleira do Alentejo.
Sorteio por Participação: Um fim-de-semana para seis pessoas, a sortear de entre todos os participantes, numa unidade hoteleira do Alentejo.
Art.º 5 – Disposições Gerais
5.1 - A
Casa do Alentejo responsabiliza-se pelo armazenamento e guarda dos trabalhos
recebidos para a Mostra, durante o período de selecção.
5.2 -Não serão reembolsadas quaisquer despesas com deslocações, estadias ou
outras, nem as referentes a remessas das cópias em DVD ou VHS.
5.3 – São da responsabilidade da Casa do Alentejo todas as iniciativas de promoção, selecção, realização, mostra e atribuição dos prémios aos vídeos vencedores e participantes sorteados.
5.4 - O anúncio dos vencedores dos prémios referidos no art.º 5 terá lugar em sessão pública a realizar nas instalações da Casa do Alentejo, na Rua das Portas de Santo Antão, no dia 10 de Junho de 2007.
20-03-2007
Noite dos Realizadores
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
às 21h 30
23 de Março 2007
e

apresentam
Por que doi sempre duas vezes? de Samuel Barbosa
Vozes de Viana de Nuno Viana
L'ambulance de Joana Gaio
Constância - Realizadores Escola do Porto
uma co-produção do Cineclube do Porto e da ESAP (Escola Superior Artística do Porto)
programação sujeita a
alterações
apoio:![]()
sessão inserida na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2007
23-02-2007
23 de Fevereiro 2007
Na Sala Bebé – Cinema Batalha
às 21h 30
e

apresentam
WTV
Realização| Manuel Pinto Barros
"WTV - Work is on TV" é a destruição dos trabalhos realizados em anos anteriores por uma televisão.
Duração | 4minutos

7 - 14 - 22
Realização| Manuel Pinto Barros
E estes são os vencedores do Concurso do Melão Casca de Carvalho, da Romaria de S. Bartolomeu de Ponte da Barca.
O olhar, o cheiro, o toque, o paladar e a comprovação por parte do povo, com o som do Minho em grande plano.
A tradição ainda é um refúgio social.
Duração |11 minutos

5 para 6...Sentidos
Realização | Joana Padilha
O despertar do(s) sentido(s)
Edição |Joana Padilha colaboração |Gonçalo Dias
Música Original | Pedro Fontoura
Duração |7minutos

Morre
Realização| Diogo Camões
Porque para cada começo há um fim. Porque não aceitamos tal coisa. Porque o medo de não-ser nos impede de compreender. Porque aceitar é a única solução.
Duração |10minutos
Um Pequeno Crime
Realização| Hugo Martins
Raul, merceeiro de Alfama, tem uma discussão com a ex-amante que o ameaça de contar tudo à sua mulher. Mais tarde, ao chegar a casa, encontra uma criança à sua porta, que toma pelo filho ilegítimo que nunca viu. Tenta abandoná-lo mas, ao longo de várias tentativas falhadas acaba por se afeiçoar ao bebé, e decide contar à sua mulher o sucedido.
Duração |12minutos
L'Ambulance
Realização| Joana Gaio
Luna, Tiago e Nuno saem à noite para irem até uma festa com os amigos. Luna e Carolina entre alguns copos, conhecem o capuchinho vermelho que lhes oferece um copo de leite.
Algumas horas depois Luna, é abordada por um sujeito mal vestido e malcheiroso que, ao sair da festa, a assalta e lhe dá um golpe no peito. Luna é levada para o hospital numa ambulância.
Luna, quando está a delirar, vê-se no interior da ambulância, mas uma ambulância toda cor-de-rosa, muito querida, com coelhinhos a pularem no chão, com uma televisão muito pequenina, e vê-se a si própria a passar uma roupa de criança a ferro... Depois de algumas peripécias no interior da ambulância... a ambulância vai ter um pequeno acidente...
uma co-produção do Cineclube do Porto e da ESAP (Escola Superior Artística do Porto)
programação sujeita a
alterações
apoio:![]()
sessão inserida na Rede Alternativa de Exibição Cinematográfica | RAEC2007





