CineClube do Porto

Blog do Clube Português de Cinematografia - CineClube do Porto (cineclubedoporto@gmail.com)

29-11-2007

Noite doa Realizadores - 30 Novembro 2007 | 21h30

noitesapnov

Atenção | ATENÇÃO

Modificação do local de projecção:

O Cineclube do Porto

apresenta

30 de Novembro | 21.30h 

 

Noite dos Realizadores


coprodução do CineClube do Porto e da ESAP


 

Local | CHÃ das EIRAS - Rua Chã, 127 Porto

Filmes

Project  | Nuno Vilares

Osmose  | José Alberto Pinto

Vertigem  | Cristiano

O Caminho | Paulo Ricardo

Vertigem

Filme realizado para a peça "Mata-Borrão", escrita por Jorge Louraço e encenada por Sarah Thorton, no âmbito do projecto Teatral Radical, em 2001, no Porto. 

Realização: Cristiano
Actor: Filipe
Produção: Sarah Thorton
Agradecimento: Escola Secundária Infante D. Henrique - Porto
Duração: 7min
Porto, 2001

Vertigem01

Vertigem02

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22-11-2007

F PORTO F (Porto do Freixo à Foz)

FPortoF

23 Novembro
na
maria vai com as outras

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ParaCurta - Programação

Para Curta

Casa da Cultura de Paranhos

Programação Novembro

Joana Padilha e Mariana Figueiroa

5 de Novembro de 2007 - programação a passar no Espaço Porto - Argentina no dia 2 de Novembro 2007 – 22h30m

22h

Minh´alma Luz

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Danço o eterno abraço
Enlaço
Corpo arborizado
Sonho desnorteante
Danço enquanto sonho


um filme de Mariana Figueroa

Porto, 2004/2005; Super8mm p/b e cor; 7 min.

Realização: Mariana Figueroa
Fotografia: Ricardo Leite e Mariana Figueroa 
Câmara - Ricardo Leite, Mariana Figueroa e Ana Tinoco
Produção, Montagem e Poema - Mariana Figueroa
Prólogo - Teixeira de Pascoaes








Cem Palavras

Realização e argumento: Manuela Ferreira
Produção, Montagem – Eva Ângelo

Duração – 3m

BodyShapes, TextureScapes

BodyShapes, TextureScapes

Sinopse

BodyShapes, TextureScapes é uma viagem pelo corpo e pela paisagem. Os contornos do corpo, as texturas da paisagem, os  movimentos do corpo, as formas da paisagem. A arte do Homem a natureza do homem, a arte da natureza e a natureza da paisagem.

Elenco

Alberto Magno

Ficha Técnica

Realização/Pós-Produção – Pedro Azevedo

Música- Gustavo Costa

Imagem Vídeo – João Albergaria, Pedro Azevedo

Fotografia – Pedro Azevedo

Texto – Pedro Azevedo

Voz Off – Silvia Silva, Augusto Lado

Género - Experimental

Formato Original – MiniDv

Tempo de Duração – 7min30s.

Ano de Produção – 2001

Participação em Festivais, Concursos e Exposições

- Cineeco 2001 (Menção Honrosa)

- JovensCriadores 2001

- Festivídeo 2002

- Ovarvídeo 2002

- Corta! 2003

- Festival Nemo #6 2004 (Paris)

- Backup_Festival 2004 (Weimar)

Serei o teu espelho

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Realização- Pedro Rocha Nogueira

Guião-Helena Miranda e Pedro Rocha Nogueira

Actriz-Sílvia Silva

Voz off: Helena Miranda

Sinopse: Uma mulher reflecte sobre as infidelidades do seu amante, sobre as suas próprias. No fim, acabará por optar por uma sangrenta saída.

Duração: 13 minutos

Pele dentro

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sinopse

 

Subtilezas...

a descoberta num abrir e fechar de olhos

na suavidade da minha superficie agreste

A luz altera a forma, a dança das sombras acaba no bater do meu coração.

Texturas minhas, movimento.

Respirar

Fragilidade ímpenetrável...

 

Some litle things…
what you find when you open and close eyes
in the smoothness of my wasteland border
The light modifies the form, the dance of shades stops with my heart beating.
Textures of mine, movement. 
To breathe
Impenetrable fragility…

 

Ficha técnica:

Joana Padilha

edição: Joana Padilha e Eva ângelo

duração: 3m

banda sonora : minuit guibolles

titulo: pele dentro / inside skin


Um outro

Sinopse

O corpo no espaço, o corpo no tempo.

A imobilidade e a obscuridade, a mobilidade e a luz.

Elenco

Ana Gonçalves

Ficha Técnica/Artística

Realização/Imagem/Edição – Pedro Azevedo

Música – Gustavo Costa

Texto – Samuel Beckett

Selecção de textos – Ana Gonçalves

Sonoplastia – Pedro Azevedo/Sérgio Silva

Assistente Imagem – Paulo Castilho

Género - Experimental

Formato Original – Dv

Tempo de Duração – 8min

Ano de Produção – 2004

Participação em Festivias, Concursos e Exposições

- Corta! 2004

- Ovarvideo 2004

Textos Secretos

Eva Ângelo, falta inserir informação, tem a duração aprox de 20m


12 de Novembro 2007-10-19- programação a passar no Espaço Porto - Argentina no dia 8 de Novembro 2007 – 22h30m

22h

O grito dos Mortos

Sinopse

Um poema sobre o desconcerto do mundo.

O grito surdo da floresta que morre às mãos do homem.

O belo que ainda perdura, na montanha que chora.

Elenco

Ana Gonçalves

Ficha Técnica/Artística

Realização/Imagem/Edição – Pedro Azevedo

Música – Gustavo Costa

Texto – Herberto Helder

Selecção de textos – Ana Gonçalves

Sonoplastia – Pedro Azevedo/Sérgio Silva

Voz Off – Ana Joana Amorim

Assistente Imagem – Paulo Castilho

Género - Experimental

Formato Original – MiniDv

Tempo de Duração – 12min

Ano de Produção – 2003

Participação em Festivias, Concursos e Exposições

- Cineeco 2003

- Famafest 2004

- Corta! 2004

- Mostra de Vídeo Português, Videoteca Municipal de Lisboa 2004







De 5 para 6 … sentidos

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Titulo 5 para 6...Sentidos


Realização | Joana Padilha
 

Sinopse:

O despertar do(s) sentido(s)

 

eu, tu

deixar entrar dentro do corpo

a viagem interior tao simples de alcançar

percepcionar

s e n t i r

 

ficha tecnica:
Edição |Joana Padilha  colaboração |Gonçalo Dias
Música Original | Pedro Fontoura
Duração |7minutos

Desenquadrado

Sinopse “De(sem)quadrado”

Peça criada em 2002 no âmbito dos Quadros de Dança do NEC e concebida especificamente para a antiga Central Eléctrica do Freixo (actual CACE Cultural do Porto). Trata-se de uma instalação de vídeo/ performance realizada a partir da exploração do espaço físico da central, e das memórias, sensações e vivências convocadas no confronto entre o material inorgânico e a matéria do corpo. Na sua forma original, a performance decorria em contínuo numa casa de banho desactivada, e a filmagem retrata exactamente a perpectiva do público ao descobrir a performance durante o percusso efectuado no recinto do evento.

Ficha Técnica:

Concepção e interpretação: Mariana Rocha

Vídeo: Francisco Moura

Sonoplastia: Miguel Ferreira

Colaboração: Joana Providência

NEC – Set. 2002

Who´s there

Sinopse

O voyerismo é o tema abordado.

Quatro pessoas vivem na mesma casa e o mesmo medo.

A sensação cada vez mais presente de se ser observado leva a um estado de vigilância permanente, do qual somos todos, ao mesmo tempo, agentes e vítimas.

Eles estão em todo o lado e mostram-se de uma maneira preversa.

Elenco

Maria João Mota

Ana Ribeiro

Miguel Bacelar

Rui Pena

Ficha Técnica

Realização/Imagem/Edição – Pedro Azevedo

Música – Gustavo Costa

Texto – Maria João Mota, Pedro Azevedo

Sonoplastia – Gustavo Costa, Pedro Azevedo

Voz Off – Joana Carvalho, Christophe Ferreira

Assistente Imagem/Electricista – Jorge Lopes

Género - Experimental

Formato Original – MiniDv

Tempo de Duração – 9min30s.

Ano de Produção – 2002

Participação em Festivais, Concursos e Exposições

- Cineeco 2002

- JovensCriadores 2002 (1º Prémio)

- Ovarvídeo 2002

- Festivideo 2003

- Corta! 2003

- XI Bienal de Jovens Criadores da Europa do Mediterrâneo 2003 (Atenas)

- VideoCosmos, galeria A+A, pavilhão da Eslóvenia, Bienal de Veneza 2003

- Mostra de Vídeo Português, Videoteca Municipal de Lisboa 2004

Curta Mixagem

Sinopse  “Curta-mixagem”

Projecto realizado em colaboração com o videasta Pedro Azevedo no âmbito do Festival da Fábrica de Movimentos, no Porto. Criada para ser apresentada em palco, esta peça consiste no cruzamento entre uma curta-metragem de vídeo realizada em vários locais da cidade do Porto e pequenas momentos de dança ao vivo interligados com a imagem, numa mistura de corpos em circulação, de circulações de massas, de .

Ficha Técnica: 

Concepção e interpretação: Mariana Rocha

Montagem Vídeo: Pedro Azevedo

Imagem: Pedro Azevedo

Sonoplastia: Francisco Moura

Festival da Fábrica 2004

Duração – 5m







Informe

INFORME | UNFORMED

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documentário | documentary

DV PAL 48 KHz | 4:3 | 23’

A partir da visita a diferentes fases da produção da performance INVENTÁRIO de joclécio Azevedo INFORME é um olhar sobre esta criação, dando espaço à subjectividade da realizadora enquanto observadora para construir um percurso paralelo.

After visiting the different production phases of the performance INVENTORY by Joclécio Azevedo, UNFORMED is an insight over this creation, which allows the director, as an observer, to build, with her subjectivity, a paralled path.

um filme com | a film with

anaïs bouts

joana bergano

joclécio azevedo

tiago barbosa

vera mota

captação e pós-produção audio | capture and post-production

quico serrano

operação de câmara | camera operators

joão paulo nunes e ricardo costa

retroversão e tradução |  translation

rui costa santos

realização e edição | director and editing

eva ângelo

co-produção | co-production

alfândega filmes e núcleo de experimentação coreográfica

produção executiva |  executive production

joana ventura e mafalda couto soares

agradecimentos | thanks to

horácio fernandes, jorge neves, manuela ferreira e salomé neves

Projecto financiado pelo Ministério da Cultura / Instituto das Artes

This project is financed by Ministério da Cultura / Instituto das Artes

Montemor-o-novo,





19 de Novembro 2007- programação a passar no Espaço Porto - Argentina no dia 16 de Novembro 2007 – 22h30m


Mergulho no Infinito

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Sinopse 
O negro e a luz invadem um cenário que tem por base um triângulo, uma pintora entra nesse universo e pinta. 

Ficha Técnica 
Realização, Produção, Cenografia e Montagem: Diana Oliveira; Câmara: Ricardo Leite; Direcção de Fotografia: Mariana Figueroa; Iluminação: Vasco Castro; Actriz: Diana Oliveira; Guarda-roupa: Ana Tinoco; Duração: 7 min., Porto 2003.


« Imaginei e sonhei e pensei 
O que seria e para onde ia 
E no escuro entrei 
Gritei 
Chorei 
Delirei 
Mergulhei no infinito 
Perdi-me 
Aninhei-me
Olhei e enfrentei 
O nada 
E é então que surge a luz 
E pela luz eu envolvo a minha imaginação 
Através da luz 
Dou a cor que desejo 
Pinto o que me seduz 
E filmo o que vejo » 

Diana Oliveira







Borboletas

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Realização, guião, produção: Pedro Rocha Nogueira

Actores:  Esgrimista- António Júlio Ribeiro;  Modelo-Sílvia Silva;  Escultora-Manuela Ferreira                                                                                                                                                                 Sinopse: Um esgrimista, uma escultora, uma modelo. Entre eles os desejos inconfessáveis. E hoje vão rebentar.

Duração: 12 minutos

Vertigem

Duração 9m


Grande Jorge
Ficha técnica
Produção, Realização, Montagem e Banda Sonora: Cristiano; Fotografia do Genérico: Virgílio Ferreira; Escrita, Desenho e Pintura : Jorge; Porto, 2002.

Duração 45m

« É na escuridão que o grito ganha expressão e nitidez. » 
Jorge Ribeiro


Jorge. 
Um artista. 
Falar ou escrever sobre o Jorge é ousar tocar o Cosmos. Não há abordagem mais errada para o ensaio espiritual que encerram a vertigem e a sublimação da Dor. 
Só a emoção poética pode desvelar e despir as coisas da vida e nelas revelar o Cosmos. 
Um dia, nos Países Baixos, voltado para o mar, uma pedra me chamou. Fitei-a ao mesmo tempo que lhe tocava. Como que numa pintura criada sob o instinto aluado cataclítico da Fome, uma colorida sombra, colorida de verdade e natureza, exigia a minha paticular atenção. Nessa sombra eu via com a clareza do espírito, o Jorge. 
Grande Jorge. 
Segurei-o com ambas as mãos e guardei-o na apolínea esperança de o conservar. 
O Jorge está em Toda e qualquer Parte, ao mesmo tempo. 
Saudade.   

Cristiano

26 de Novembro 2007- programação a passar no Espaço Porto - Argentina no dia 22 de Novembro 2007 – 22h30m

22h

“CICATRIZ”/“SCAR”

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Ícaro 2005, Vídeo Digital, pixilação, cor, 6’16”

CRÉDITOS/CRÉDITS

REALIZAÇÃO E ARGUMENTO / SCRIPT AND DIRECTION

Ícaro

ANIMAÇÃO E EDIÇÃO / ANIMATION AND EDITION

Tânia Duarte

FOTOGRAFIA / PHOTOGRAPHY

Hugo de Almeida

MÚSICA / MUSIC

Frederico Serrano (Quico)

ANIMAÇÃO 3D / 3D ANIMATION

Ralf Meed

BAILARINOS / DANCERS

Joana Nossa

Rui Marques

Susana Otero

GUITARRA PORTUGUESA / PORTUGUESE GUITAR

Valdemar Vigário

IMAGEM REAL / REAL IMAGE

João Lisboa

SINOPSE

Um sonho entre o real e imaginário, em que os objectos trocam relações e segredos,num crescendo intimista em que os corpos se fundem pelas sombras,num lugar habitado pelo imaginário da pintura.

A dream between reality and imagination, were objects exchange relations and secrets. Within an intimate crescendo were body’s melt through shadows, in a place habited by panting imaginary.












Mirás Massarelos

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Um filme de longa-metragem de Sério Fernandes para a Pechelim Filmes.

Este filme foi rodado em Mirás, na Aboboreira e em Massarelos e na Praça Velasquez, no Porto.

Produção e Realização: Sério Fernandes 
Actriz: Diana Oliveira
Direcção de Fotografia, Câmara: Mariana Figueroa
Montagem e Genérico: Mariana Figueroa e Cristiano Pereira
Assistente, Fotografia de Cena e Cartaz: Cristiano
Agradecimentos: Associação Dramática e Musical de Massarelos, Miguel Oliveira 
Duração: 57 minutos; Porto, 2005/06.

PINTO A SEMEAR
COMO SE FOSSE A TERRA
MAS NÃO PINTO A TERRA
NEM SEMEIO A TERRA
PINTO A MINHA ALMA
A MINHA ALMA PINTA
GRITA E CANTA
CRIA COM LUZ
AMOR E DOR 
LIBERTA O ARDOR
UMA CHUVA DE COR
E ASSIM COM ESSA LUZ
QUE RELUZ DENTRO DE MIM
SEMEIO A MINHA ALMA
Diana Oliveira










Currículos

Pedro Rocha Nogueira nasceu no Porto em 1961. Bacharelato em Cine-Video em 2000, pela E.S.A.P.

Ilustrador, autor de Banda Desenhada. Edita em 2001 na Colecção LX Comix, pela Bedeteca de Lisboa o livro «Dumb angel, dumb me» e em 2007 na Colecção Toupeira, editada pela Bedeteca de Beja,o livro «La bellétte».

Realiza várias curtas. A sua primeira longa-metragem, «Obliviana», integra a selecção oficial do fantasporto, em 2005. Está presentemente em pré-produção de uma curta que obteve subsídio do I.C.A.

Joana Padilha nasceu no Porto em 9 de Junho de 1972.Em 1990 conclui o Curso complementar de Artes e Técnicas do fogo na Escola secundária de Soares dos Reis, Porto, em 1995 conclui o curso superior de Design na opção de interiores e mobiliário na ESAD, Matosinhos, correspondente ao grau de Bacharelato, em 1996  concluiu o curso de Estudos Superiores Especializados em Design, obtendo o grau de Licenciatura em Design, na ESAD, Matosinhos, e em 2002 Conclui o Curso de Ciências da Educação, na Universidade de Aveiro na opção de Artes Visuais.

Professora, designer de mobiliário infantil desde 1996, participante e expositora de trabalhos de design e de pintura desde 1995, entre elas, Exposição de utensílios para alimentação destinadas ao mercado Sueco, no âmbito do Cuncurso Jovem designer 96, na Exponor – Forme 96, Sociedade Nacional de Belas Artes, e Ceramex 96. Estágios e varias formações na área dos materiais, e na área da organização e gestão empresarial.

Exposições e participações em concursos de pintura entre as quais “ Um olhar sobre o 25 de Abril” Biblioteca Minicipal de Alijó 1997, Casa Fundação Maurício Penha, Sanfins do Douro, 1997, “Momentos perdidos no tempo” Café Progresso, Porto, Casa da Cultura de Paranhos, Porto, Sala de Exposições do Café Imperial, Santo Tirso, 2007, e “ Pele dentro” no Sintra Central Hotel, Lisboa, Casa da Cultura de Paranhos, Porto em 2007.

Curso de Edição de Vídeo Digital orientado por Jaime Ribeiro no Cine Clube do Porto em 2006.

Realizou duas curtas, apresentadas em sessões do Cinema Batalha, Sala Bebé no âmbito das noites do Cine Clube do Porto 2007, e no B-date em Vila do Conde 2006.

Organizadora e dinamizadora de Clubes Artísticos em várias escolas, programadora de mostra de Curtas para a Casa da Cultura de Paranhos 2007

Mariana Figeuiroa

HABILITAÇÕES LITERÁRIAS

1998

12º ano de escolaridade do curso de ensino secundário, Agrupamento 2 / geral.

HABILITAÇÕES PROFISSIONAIS

2001

Bacharelato do Curso Superior de Fotografia, na Escola Superior Artística do Porto.

2002

Curso Bietápico de Licenciatura em Teatro, na Escola Superior Artística do Porto.

2005

Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores.

OUTRA FORMAÇÃO

2002

Curso para animadores de Campos de Férias, organizado pela Associação para a Promoção Cultural da Criança.

2003

Seminário de Maquilhagem, orientado por Aurora Gaia, na Escola Superior Artística do Porto.

2005

Cursos de Cinema – Produção Cinematográfica, Realização e Rodagem, orientados por Jaime Ribeiro, no Cineclube do Porto.

2006

Workshop de Direcção de Fotografia, orientado por Rui Poças, integrado no Corta! Festival Internacional de Curtas Metragens do Porto 2006.

2007

Workshop “Direcção de Fotografia Cinematográfica”, orientado por Paola Rizzi, na Escola Superior Artística do Porto.

Workshop “Marionetas de Balcão e de Manipulação Directa”, orientado por Rui Sousa, na Papel&Ca., no Porto.

PEDRO AZEVEDO (1974) has a degree in Cinematography granted by Escola Superior de Cinema i Audiovisuals de Catalunya, University of Barcelona, Spain (2002) and completed the course of Cinema and Television in the Polytechnic Institute of Porto (2000).

Running as a cinematographer continuously since 2002, has granted him experience, from short to feature film, commercials and several music videos. Being able and experienced in both video and film technologies, he has dedicated the last few years mostly to taking the most of DV/HD digital cinematography.

As an independent artist he has been developing a consistent work on experimental video, adding participations in national and international festivals and competitions. Won the first prize in its category in the National Young Artists competition in 2003 with the work “Who’s There?”, (2002) wich was selected to integrate the exhibition Videocosmos, in the Venice Bienale (2003) and promoted by the European Young Artists Biennial show. In the same year, with “O Grito dos Mortos” he starts a collaboration work with Ana Gonçalves which still lasts, taking form in a cooperation in the creation of experimental video.

In the 1st 3rd 2007 he finishies his latest experimental short-film “Caged”.

Currently he is living and working in Madrid, where already took credits in short and commercial films.

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ParaCurta

CONVITE

ParaCurta - Mostra de Curtas Metragens em Paranhos

Vai a Junta de Freguesia de Paranhos, através do Pelouro da Cultura e Divulgação do Património, realizar a Primeira Mostra de Curtas Metragens – ParaCurta, que contará com a participação de vários realizadores com obras premiadas em diversos festivais nacionais e internacionais.

 

Esta primeira Mostra pretende levar ao conhecimento do público os novos valores cinematográficos, apresentando vários estilos, novos conceitos, num mesmo formato – "uma Curta"

 

O ParaCurta, irá realizar-se na Casa da Cultura de Paranhos – Largo do Campo Lindo (junto à PSP), às Segundas , Quartas e Sextas-feiras, de 26 de Novembro a 5 de Dezembro, pelas 22,00 horas.

 

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Mulheres Traídas II

Filmes, livros e música na vida de uma queijeira
Por amor à escrita

A proprietária da Queijaria Amaral, a mais antiga do Porto, apresenta já amanhã a sua 11ª. produção audiovisual. «Mulheres Traídas», uma história baseada numa confissão de uma cliente, é diferente de todos os outros filmes.

Diana Campos Ferreira - publicado no O Primeiro de Janeiro

Maria José Silva é vendedora de queijos, cantora popular, escritora e ainda cineasta. Já amanhã apresenta ao público, às 17h00, na Sala Bebé do Cinema Batalha a sua última produção audiovisual: «Mulheres Traídas». Entre queijos da Serra da Estrela, chouriços, presuntos, pão de Mirandela e vinhos, Maria José confessa-se uma amante pela escrita. Além dos guiões para os seus filmes, compõe ainda letras de músicas, com as quais já gravou cinco CD's e escreve livros.
Por ser uma personagem multifacetada, para além de tudo isto, ainda desempenha o papel de actriz em todos os seus filmes, à excepção deste último. "Como a história do filme é muito feia e o tema não é do meu agrado, desta vez nem quis fazer parte", contou ao JANEIRO. Com 70 anos, Maria José, proprietária da ancestral queijaria na Praça dos Poveiros, é a alegria e determinação em pessoa. Para além do dom de saber lidar com os clientes, esta autodidacta destaca-se pela destreza em redigir frases e rimas que exprimem aquilo que lhe vai na alma. Apelidada de "humorista à moda antiga", no seu jeito popular e extrovertido vai desfiando as belezas mas também as injustiças da vida dos clientes que passam pelo seu balcão, resultando na concretização de 11 filmes, que além de totalmente produzidos foram ainda por si custeados. Todo este trabalho de vários anos e os dotes já lhe valeram 83 reportagens só na televisão, e muitas outras nas rádios e nos jornais, factor que relata com orgulho. "Tenho prazer em divulgar aquilo que sinto e acho um dever cívico transmitir aos outros aquilo que temos dentro de nós, para que cresça o amor, a bondade e o entendimento, tudo para o bem da humanidade", disse.

Mulher das letras e do povo
O gosto pela escrita surgiu bem cedo na sua vida e foi sempre uma constante no dia-a-dia. Contudo, só quando foi para Lisboa, aos 27 anos, é que começou a encarar este gosto como "algo mais sério". O primeiro guião que escreveu resultou no filme «Os Velhos não são Trapos» e depois deste, os outros foram sempre surgindo instintivamente. As histórias variam, mas têm três aspectos em comum. O facto de todas serem baseadas em factos reais, de resultarem do convívio com os seus fregueses (entendendo-se como psicóloga deles) e de acabarem todos em casamento, à excepção deste último. "Fala igualmente de amor, mas baseia-se no reverso, a traição", e cuja moral da história nos remete para o antigo provérbio: "o crime não compensa". Este é um desafio na sua carreira da sétima arte, visto que, habitualmente, os seus guiões tendem sempre para ser algo romanceados e com um enredo semelhante às telenovelas. Apesar do peso da idade que já carrega, esta mulher multifacetada promete outro filme para breve: «A mãe que sempre sonhei».

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Curiosidades
Mulher dos 7 ofícios
O filme que Maria José Silva dá amanhã a conhecer ao público no Cinema Batalha foi já apresentado no festival DOC Lisboa, a 24 de Outubro com um «Making-off Mulheres Traídas» da autoria de Miguel Marques, que a apoia em alguns aspectos técnicos. Este filme que é nada mais do que uma história de infidelidades contada na voz feminina, tem a duração de 38 minutos e Maria José, para além de realizadora, produtora e a responsável pela banda sonora é ainda a responsável pelo guarda-roupa, pela direcção dos autores e pela composição dos cenários. Mesmo com toda a euforia e entusiasmo que a contemplam hoje e que partilha com qualquer cliente que entra na queijaria, dizendo "no sábado tem de ir ver o meu filme novo", Maria José afirma que este é o filme que "menos gosta" de todo o seu espólio.

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13-11-2007

Mulheres Traídas | Sábado 17

Cineclube do Porto

 

apresenta

 

Mulheres Traídas |  Maria José Silva  | 37minutos

e

Mulheres Traídas [Making Of] | Miguel Marques | 54minutos | participação DocLisboa

Estreia com a presença dos Realizadores

 

 

17 de Novembro | 17h | Sala Bebé - Cinema Batalha

 

 Trailers      Sessão Única (2Euros)

 

Sinopse:

Uma história de infidelidades contada na voz feminina.

              

mulheres_estreia_2_

                                                         

                  

MULHERES TRAÍDAS

Ficha Técnica:

Realização / Produção / Banda Sonora: Maria José Silva
Assistente de Realização / Câmara: João Paulo Costa
Pós-produção áudio e vídeo: João Cordeiro

Elenco:
Lucinda - Clementina Amorim
Rodrigo - José Soares
Esmeralda - Iria Machado
Marido da Amante - Mário Almeida
Filhos de Lucinda - Paulo Freitas / Diogo Costa
Senhora do Lar - Maria Luísa Soares
2º amante de Lucinda - João Paulo Costa

Ano de Edição: 2007
Cidade: Porto
País: Portugal
Duração: 38 min. aprox.


Mulheres Traídas [Making Of]

 

Sinopse:

Maria José Silva é uma figura ímpar da cultura portuguesa: realizadora, escritora, actriz e cantora, vive no Porto e faz cinema amador há mais de 20 anos. “Mulheres Traídas” é o seu mais recente filme, uma história de infidelidades contada na voz feminina, cuja rodagem este documentário acompanha de perto.

              

 

Nota de Intenções:

O termo "making of" entrou no vocabulário das rodagens dos filmes de ficção, sendo normalmente uma tarefa atribuída a realizadores menos experientes ou em início de carreira. Não custa dizer que, mesmo tratando-se de um género bastardo do documentário, sempre tive vontade de realizar um desses metafilmes: acompanhar uma rodagem semanas a fio, estar junto de realizadores e actores e produzir um olhar absolutamente livre da criação do objecto filme; usar o material filmado e a experiência adquirida para apresentar e perceber a imensa subtileza com que a realidade vai aliciando e conduzindo a criação da obra de ficção.

Este making of resultou assim numa reflexão sobre o cinema de amador e sobre a procura de Maria José Silva de uma mediação de conflito através do cinema - e é aqui que reside a nossa cumplicidade.

               

                  

Ficha Técnica:

Câmara e realização: Miguel Marques
Montagem: Leonor Areal
Pós-Produção Áudio e Trailers: João Cordeiro
Produção: Videamus, 2007
Formato original: HDV
Duração: 54’

 


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