18-04-2007
O Cineclube apresenta
Cinema à Moda do Porto | 20, 21, 22 de Abril
| 21.30h | Sala Bebé | Cinema Batalha
Dia 20 sexta 21.30h
vídeo performance Almoço
na Relva | Sónia Carvalho
projecção da esquerda (captação digital) 1 minuto
projecção da direita (captação super 8) 3 minutos
vídeo | Sónia Carvalho edição | Filipe Couto som | Jonathan Saldanha
filme Chico Fininho | Sério Fernandes
Chico Fininho é o título de um êxito «rock» português. A história do filme decorre na cidade do Porto, no início dos anos 80. Uma equipa de cinema procura saber se existe realmente a figura do Chico Fininho de que se fala na popular canção.
Realização: Sério Fernandes; Assistente de Realização: Fernando Manuel; Produção: Bei Film; Executivo de Produção: Antero de Sousa; Assistentes de Produção: Maria Amélia Neto, Berta Maria Fernandes; Planificação e Story Board: Pinto de Almeida; Montagem: Fernando Manuel; Assistente de Montagem: Humberto Folhadela; Interpretação: Victor Norte (Chico Fininho), Manuel Guilherme Almeida (Cenoura), Filomena Almeida (Filu), Maria Paula Castro (Paula), José Luís Oliveira (Zé Luís), Sérgio Malpique Lopes (Phonas), Helena Melo (Lena), Manuel Nogueira (Joint), Luís Pereira de Sousa (Reporter), Donald Duque, Dom Lino, Luís Carlos e Paulo Gusmão (Os Cosméticos), e mais umas dezenas de figurantes; Legendas: Topefilme; Montagem de Negativo: Ana Lurdes; Padronização: Dora Rolim; Director de Fotografia: João Bourdain de Macedo; Câmara: José Ernesto Monteiro, Carlos Mena; Operador de Vídeo: Fernando Manuel; Assistente de Imagem: Pedro Efe; Operador Auto-Gerador: Domingos Guincho; Assistentes de Iluminação: Francisco Branco, José Manuel; Fotógrafo: Luís Fontes; Director de Som: Fernando Pacheco; Operadores de Som: Fernando Rangel, Bento Galante da Palma; Assistentes de Som: Agostinho Fonseca; Efeitos Sonoros: Quico; Mistura de Som: Luís Barão; Músicas: Carlos Tê/Rui Veloso, Quico, Cosméticos, Táxi, Tantra, UHF, Pizo Lizo, Salada de Frutas; Relações Públicas: Gil Mata; Anotadora: Linda Maria; Caracterizadora: Aurora Gomes; Película: Kodak Double X-Negative-Film 5222, Kodak Plus X-Negative-Film 5231; Laboratório de Som: Nacional Filmes; Laboratório de Imagem: Tóbis Portuguesa; Duração: 94 minutos; Formato: 35mm; Ano: 1981.
Dia 21 sábado 21.30h
vídeo performance Tiraz | Filipa Guimarães
duração | 5minutos 31s
“…os povos norte africanos, após a sua expansão pela Península Ibérica mantiveram com esta, durante séculos, profundas relações políticas e humanas, transmitindo aos peninsulares algumas das suas artes, entre elas a da fabricação de tapetes. De cada corte muçulmana fazia parte indispensável um grupo de pessoas que trabalhavam no tiraz que era, por assim dizer, o lugar e a fábrica onde se manufacturavam os famosos tecidos, bordados e tapetes que o luxo dos sarracenos exigia.”
Esta pintura é uma interpretação de um tapete de Arraiolos do século XVIII que se encontra actualmente no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa. Conceptualmente, este projecto incide sobre dois aspectos essenciais:
Por um lado, relaciona-se com a ideia de trazer o que é do âmbito do privado para o espaço público, a partir da inclusão de elementos já existentes neste espaço (as cadeiras já existiam naquele espaço, estão presas ao chão e remetem formalmente para um ambiente doméstico).
Por outro lado, assume uma posição de anti-globalização, uma vez que proporciono a revitalização de uma tradição que tende a extinguir-se. Este facto está, aliás, metaforicamente expresso na efemeridade e desgaste da pintura do tapete.
Este projecto demorou cerca de um mês a ser idealizado e cinco dias não consecutivos (devido à ocorrência de chuva durante o processo) a ser produzido.
filme O Escritor Sem Tinta para Escrever | Pedro Pena
duração | 44minutos
A angústia de um escritor sem tinta para escrever
22 de Abril 21.30h
Filme Auto de Florípes | Produção Cineclube do Porto
... O pequeno belo filme, agora produzido pelos rapazes do Cineclube do Porto, é constituído por dois aspectos. A primeira metade é um excelente documentário da Aldeia das Neves, para nos dar o ambiente simples e rude onde se realiza, anualmente, a romaria com o seu Auto, travando nós conhecimento ocasional com alguns dos “actores” nas suas usuais actividades, que nos é mostrada com boa fotografia a cor, sóbrio ritmo, pitoresca observação e uma natural fluência na narração plástica rara em cinema amador.
A segunda metade é o Auto. Nisto há, além de boa fotografia a cores que, por vezes, se atinge, e da variedade de ângulos, com que se conseguiu acompanhar os movimentos e fases do Auto, há, diziamos o valor inestimável, da recolha preciosa, que só o cinema pode fazer: guardar “vivo”, recitado, cantado, representado e dançado este curiosíssimo documento étnico.
Roberto Nobre | Diário Popular 24.Jan.1963
Vai Oliveiros para o campo
Vai bem aparelhado
Para dar batalha ao turco
Pois que tanto tem chamado
...
Sou turco e ferido
Mas eu vos acompanharei
E o vosso baptismo com gala receberei
...
Minha filha Floripes
Que sempre me falseaste
Desprezaste minhas leis
Meus inimigos soltastes
Ó senhor pai me perdoe
Esta acção mal considerada
Se lhe fiz esta ofensa
Foi p’ra ser mulher casada
Minha filha Floripes
Sempre te hei-de abençoar
Casaste com um cavaleiro
Dá-me as mãos vamos dançar
Nossa Senhora das Neves
Sois guia de toda a terra
Já se renderam os turcos
Já se acabou toda a guerra
Demos fim a este baile
Que a nós assim nos convém
Regalem-se meus senhores
Até ao ano que vem
Commentaires
chico fininho
ola gostaria de saber onde posso arranjar o filme:"chico fininho"?
obrigado
Poster un commentaire
Rétroliens
URL pour faire un rétrolien vers ce message :
http://www.canalblog.com/cf/fe/tb/?bid=136745&pid=4661710
Liens vers des weblogs qui référencent ce message :
